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Pierre Hardy amplia as peças da grife com chicotes e cascos diamantados

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No restrito clube das grifes que cobram um valor alto por um trabalho benfeito, a Hermès é admirada até pelos rivais. Não só pela qualidade obsessiva, mas pela capacidade de transformar objetos do cotidiano, às vezes desprovidos de qualquer apelo, em objetos de desejo. É o caso das duas novas linhas de alta joalheria da grife-símbolo de Paris: Fouet, com cinco itens, e Centaure, com treze. Desenhadas por Pierre Hardy, autor também das joias de prata e dos sapatos da marca, as peças com pavê de diamantes remetem a chicotes de cavaleiros e cascos dos animais — a Hermès surgiu em 1837 vendendo selas e arreios. Em entrevista, Pierre Hardy explica como acessórios da cavalaria se tornaram a mais nova aposta (brilhante) da Hermès.

Anel Centaure, Hermès-Anel Centaure: ouro rosa e branco, 63 diamantes e jade negro

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